Proteção espiritual

Oprotetors protetores e os guardiões (chamados de exu) procuram preservar seus aliados de certos tropeços no caminho, tais como ataques energéticos, emocionais ou espirituais que possam causar impacto devastador sobre suas vidas. Entretanto, não podem tudo, não evitam tudo. Porque o trabalho é de parceria entre os protetores, guardiões e os seus protegidos e não há como preservá-los indefinidamente dos riscos se a eles se expõem repetidas vez. É necessário que os protegidos procurem se preservarem de certas atitudes, certos lugares, pensamentos e determinados ambientes, mas por eles mesmos. Sem a imposições de seus protetores e sem tirar das pessoas que merecem assistência a oportunidade de vivenciar situações que lhes possam trazer algum aprendizado ou conhecimento, mesmo que tais experiências pareçam amargas, algumas vezes, tenha certeza que são necessárias ao nosso aprendizado e evolução moral e espiritual.
Os protetores e os guardiões (chamados de exu), são agentes da lei e da justiça. Uma coisa que jamais podem fazer: evitar que seus pupilos enfrentem a justa medida e as consequências de seus atos. Todos nós estamos inseridos no plano da lei de causa e efeito, muitas coisas boas e outras consideradas ruins ocorrem como produto de nossas ações no passado; dessa realidade não há como escapar. Diante das colheitas individuais ou coletivas inseridas no contexto cármico, nem os chamados anjos protetores, mentores ou mestres, nem os guardiões podem impedir que seus protegidos recolham da vida a medida exata do que semearam. O que podem fazer é poupá-los daquilo que não está programado ou que seja desnecessário vivenciar, desde que o indivíduo esteja em sintonia com eles e tome as devidas medidas de segurança emocional, mental e até mesmo física.
É preciso saber que, do lado de lá da vida, não há mágica, mas seres que, embora invisíveis, operam também dentro dos limites impostos pela suprema lei, vivenciada também, por Jesus de Nazaré. A Lei é igual para todos, em qualquer dimensão, todos seremos tratados sem privilégio e sem paternalismo, independentemente do trabalho que se realize ou da importância que julgamos possuir.
Elucidado por Allan Kardec na codificação espírita, muitos desses guardiões ou espíritos protetores, assim como a maioria dos chamados mentores individuais, são simplesmente espírito familiares, mas que muita gente menospreza ou não avalia corretamente.
Espíritos familiares muitas vezes são comprometidos com aquele pupilo em particular ou com o grupo a que se afeiçoam, mas isso não significa que detenham grande conhecimento ou sejam capazes de lidar com situações mais complexas. São espíritos de boa vontade, que procuram fazer a parte que lhes cabe, mas jamais nos livrar ou afastar de reações que são do nosso merecimento.

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