2 de novembro

A morte não existe pois Deus, o Pai nos criou a todos não para a morte mas para a vida eterna.

O Espiritismo ensina que não há morte, há vida. E esta não é do corpo mas do Espírito. O que se habituou o homem a chamar morte nada mais é do que o afastamento do Espírito do corpo carnal.

Quando os homens estiverem em condição de compreender o verdadeiro sentido da vida, deixarão de ver na morte uma inimiga, uma vez que não existe morte.

O Espiritismo elucida que a morte não existe, porquanto o túmulo constitui apenas uma forma de dar-se sepultamento ao corpo de carne depois que o Espírito o abandona. Os cemitérios são os laboratórios de transformação das vestes carnais (corpo), abrigo das almas (espirito)que os abandonaram.

E não é nos cemitérios que os Espíritos devem ser procurados para recebimento das preces que, em seu favor, devem ser proferidas

Os cemitérios devem ser visitados, sim, como um ambiente de respeito se ali vamos em acompanhamento ao corpo de alguém que deve ser sepultado ou se os procuramos com o objetivo sincero de meditação sobre a grandeza e sabedoria de nosso Criador e Pai.

Respeitar o sentimento e a fé dos que se fazem reter nos cemitérios em pranto e oração pelos seus “mortos” é um dever a que temos de submeter-nos por compreensão, mas em hipótese alguma devemos deixar perder-se a oportunidade (quando realmente oportuna) de esclarecer, elucidar e consolar aqueles que sofrem convencidos de que seus entes mais queridos realmente morreram, afirmando-lhes carinhosa e fraternalmente que a morte do corpo não é a morte do Espírito, e que, ao contrário, inanimado o corpo, o Espírito, agora, está mais vivo do que nunca.

Fonte: Reformador nº 1976

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